Queria ser tempo. ´Para ser tudo começo e fim ao mesmo tempo.
Se não sê-lo, tê-lo ao menos , para que me obedecesse ou me escutasse e não ir tão rápido e devagar.
E se por fim nem tê-lo pudesse, que eu fosse dele então, para que me amasse e me cuidasse com carinho, para que me ensinasse o ritmo de sua musica cujo os passos nunca sei dançar.
Sinto-me viver vidas alheias, em mim, incompletamente, como se o meu ser participasse de todos os homens, incompletamente de cada [?], por uma suma de não-eus sintetizados num eu postiço.Sê plural como o universo! Fernando Pessoa.
sábado, 17 de dezembro de 2011
Já não sei dizer se é de fato amor ou uma mero vulto do que desejo que seja um dia.
Se amo o real ou algo inventado na minha mente pelo pulsar de sentimentos que moldaram um ser perfeito.
Se o amor foi composto pelo sonho de momentos futuros juntos baseados em pequenos dialogos esporadicos, beijos contados e alguns abraços.
Se amo... ou se talvez. Quem sabe o amor não passe de imaginação, onde o ser amado não é o que é e sim o que
projetamos nele, o que desejamos que ele seja.
Se amo o real ou algo inventado na minha mente pelo pulsar de sentimentos que moldaram um ser perfeito.
Se o amor foi composto pelo sonho de momentos futuros juntos baseados em pequenos dialogos esporadicos, beijos contados e alguns abraços.
Se amo... ou se talvez. Quem sabe o amor não passe de imaginação, onde o ser amado não é o que é e sim o que
projetamos nele, o que desejamos que ele seja.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
O que me domina é o temor do reencontro.
A angustia de não saber o que cabe a nós, se houver tal pluralidade ainda, ou se houve.
Temo o desconhecimento dos teus atos e dos meus, a diversidade de sentimentos que andarão de mãos dadas em minha alma para reagir a cada ato.
Temo amar demais bem como o avesso disso, por mim e por ti.
Tanto tempo.. pode ser que o encaixe dos braços já não sejam os mesmos, que a sincronia dos lábios percam o compasso na dança da vida onde caminhamos até agora em estradas diferentes e casualmente nos cruzamos em esquinas. Desassossego e insonia prevêem o encontro, que caminho em direção com escudos dando um passo a frente e dois para trás.
O tempo foge, flui, mesmo com a minha tentativa de girar ao contrario os ponteiros do relógio se não para parar o tempo mas para voltar a suavidade dos abraços compartidos de outrora.
A angustia de não saber o que cabe a nós, se houver tal pluralidade ainda, ou se houve.
Temo o desconhecimento dos teus atos e dos meus, a diversidade de sentimentos que andarão de mãos dadas em minha alma para reagir a cada ato.
Temo amar demais bem como o avesso disso, por mim e por ti.
Tanto tempo.. pode ser que o encaixe dos braços já não sejam os mesmos, que a sincronia dos lábios percam o compasso na dança da vida onde caminhamos até agora em estradas diferentes e casualmente nos cruzamos em esquinas. Desassossego e insonia prevêem o encontro, que caminho em direção com escudos dando um passo a frente e dois para trás.
O tempo foge, flui, mesmo com a minha tentativa de girar ao contrario os ponteiros do relógio se não para parar o tempo mas para voltar a suavidade dos abraços compartidos de outrora.
Não terei tempo para o presente se adiar tudo para o futuro. Não sei se terei futuro. Queria
que compreendesse a minha urgência que quase se assemelha com aqueles que sabem quantos dias lhe faltam para o fim... Preciso resolver tudo, rápido. Preciso sentir o instante agora, nada se compara a isso. Qualquer desejo de futuro não se assemelha ao presente e as sensações que ele trás.. e leva se não o desfrutarmos. É como desperdiçar o esforço do destino que me "presenteia"com oportunidades cruzando estradas diferentes . Enquanto isso eu ali distraida com meus binóculos, procurando o caminho mais curto para chegar ao futuro.
Só não quero adiar nada. Perdoe o imediatismo.
que compreendesse a minha urgência que quase se assemelha com aqueles que sabem quantos dias lhe faltam para o fim... Preciso resolver tudo, rápido. Preciso sentir o instante agora, nada se compara a isso. Qualquer desejo de futuro não se assemelha ao presente e as sensações que ele trás.. e leva se não o desfrutarmos. É como desperdiçar o esforço do destino que me "presenteia"com oportunidades cruzando estradas diferentes . Enquanto isso eu ali distraida com meus binóculos, procurando o caminho mais curto para chegar ao futuro.
Só não quero adiar nada. Perdoe o imediatismo.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)